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	<title>Comentários para Portugal Romano</title>
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	<description>Arqueologia Romana em Portugal</description>
	<lastBuildDate>Sun, 31 Mar 2013 12:33:23 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário em Feitoria Fenícia e e Olaria romana de Abul (Herdade do Monte Novo de Palma, Alcácer do Sal) por kiketapt</title>
		<link>http://www.portugalromano.com/2011/12/feitoria-fenicia-olaria-romana-de-abul/#comment-2132</link>
		<dc:creator>kiketapt</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 12:33:23 +0000</pubDate>
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		<description>Se se seguir o canal de rega em direcção à herdade do Pinheiro e a aproximadamente a um quilómetro, encontram-se vestígios de um forno romano cortado a meio, possivelmente destruído aquando da construção do referido canal de rega, desconheço se fará parte de algum conjunto de fornos, só é visível um inserido numa encosta e cortado a meio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se se seguir o canal de rega em direcção à herdade do Pinheiro e a aproximadamente a um quilómetro, encontram-se vestígios de um forno romano cortado a meio, possivelmente destruído aquando da construção do referido canal de rega, desconheço se fará parte de algum conjunto de fornos, só é visível um inserido numa encosta e cortado a meio.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em A ponte romana de Miróbriga, Filomena Barata por filomena barata</title>
		<link>http://www.portugalromano.com/2011/04/a-ponte-romana-de-mirobriga-filomena-barata/#comment-2086</link>
		<dc:creator>filomena barata</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 17:10:59 +0000</pubDate>
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		<description>SOBRE EL PUENTE ROMANO DE MIRÓBRIGA, EN PORTUGAL
         (respuesta al artículo de Filomena Barata en PortugalRomano.com)


Eu nâo só um arqueólogo ni um &quot;especialista&quot; em pontes romanas (só um filólogo e um historiador, entre outras cousas); mais teno vistas e estudadas em profundidade muitas pontes romanas durante estos últimos anos. Em meu modo de ver, o &quot;problema&quot; em os studos das pontes romanas é sempre,primeiramente, um problema de reconhecimento da sua &quot;romanidade originaria&quot;, da sua fisiognomía e aspecto originario (em muitos casos praticamente irreconocivel actualmente em as pontes pequenas, menores e medianas, as quales han tenido -em quasi todos os casos- reconstruçôes medievâes e post-medievâes).

A ponte de Miróbriga é indudavelmente romana de origem e forma (son muitos os elementos contextuâes e sobre todo estructurâes que lo provan). Agora bem: ¿esta ponte, tale como agora la videmos nós, é a mesma ponte que videron os romanos e os lusitanos? Indudavelmente, nâo. ¿Por qué? Por-que esta ponte ha tenido um uso viario continuo durante muitos séculos despois dos romanos, e consequentemente também unas quantas reconstruçôes sucessivas (una por século como mínimo, provavelmente), e seguramente também una remodelaçâo medievâe importante em a estrutura da ponte romana originaria.

Esta perspetiva é indispensavel para reconhecer essa &quot;romanidade originaria&quot;, e quál era ésta verdadeiramente, e para reconhecer assimmesmo os problemas técnicos da sua construçâo, assi como as proprias particularidâes que actualmente esta ponte presenta.

Por exemplo: ¿o arco desta ponte de Miróbriga, é o arco originario romano, ou é mais bem una reconstruçâo medievae fecha sobre o verdadeiro arco romano originario desaparesçido? Naturalmente, todo é conjectural e todo é analiçável:
si é argamassa (cemento) romano ou medievae, si os &quot;módulos construitivos&quot;
(=sistema das mensuras e proporçôes) son romanos ou son medievâes, etc. Mais eu nâo teno issos datos (tú mesma descrives a escasa argamassa conservada em as partes exteriores das lajes, e mais me paresçe que describes
una argamassa basta, medievae,que una compacta e dura argamassa romana).

Certamente, em una primeira visione (eu nâo tem visto a ponte personalmente),
esta ouvra -em suo aspecto actual- mais me paresçe medievae que romana (nâo en sua forma externa, que é muito romana, mais sólo em suo &quot;contenido&quot;, en sua
&quot;re-construçâo&quot;). Eu nâo digo com esto que os arquitectos romanos nâo construiessen com lajes e petra irregular basta os arcos de (alqunas de) suas pontes menores e pequenas; mais os &quot;silhares regulares&quot; son característicos e predominantes em aquaductos e em pontes maiores e medianas, e também 
(quando ello era possivel) em os pontes menores, e as lajes e &quot;silharejos&quot; reservavan-se para badenes, pontôes muito pequenos e &quot;alcantarillas&quot; (nâo sé como se diz técnicamente em portugués), etc.

Por tanto:

Primeiro: Temos que considerar a posivilidade de que o arco romano desta ponte de Miróbriga hundiesse-se (cadiesse ou destruijese) com o passo dos séculos, guerras, invasiôes, destruiçôes intençionadas,etc, e que fora reconstruido em a Alta Edade Media sobre os escasos restos ruinosos susistentes do arco romano primitivo (inclusive com a mesma abertura de suo &quot;olho&quot; o &quot;luce&quot; originaria).

Secundo: em tuas fotos e em tu reportage dices que o aparelho es &quot;opus incertum, quasi reticulatum&quot;. Bem, ¿quál aparelho? ¿o soppostamente romano originario? ¿o aparelho dos soppostos annadidos medievâes?

Terceiro: issa elevaçâo da calçada ou tabuleiro, tú la supones
1) &quot;para permitir a drenagem das águas pluviais para os lados&quot; (¿da pluvia? ¿em  
    una construçâo de passo sita em a intemperie, em pleno campo? certamente
    nâo conhosco as circunstanças topográficas do sito e nâo podo dezir mais)
2) &quot;É provável que o alteamento central e as inclinaçôes laterais, quasi 
    simétricas, que caracterizam o seu perfil longitudinal colaborassem na
    disdribuiçâo de forças, descarregando assim sobre o arco&quot;. Esto último
    paresçe-me muito mais exacto, e mais fundamentae e demostrativo também,
    como em-seguida comentarei (credo que com issa observaçâo has consequido
    poner-te em a mente do arquitecto; mais nâo em a do arquitecto romano, sinon
    em a mente do arquitecto medievae).

Em o meu artículo que citas (sobre as pontes romanas em generale) eu digo certamente: &quot;en la calzada o piso predomina la horizontalidad, con pocas concesiones a la línea oblicua, aun a costa de tener que ampliar y prolongar el puente &#039;en seco&#039; por ambas orillas (no son, pues, propiamente romanos los puentes antiguos que presentan una calzada angulosa, con vertientes &#039;a dos aguas&#039;, y ni siquiera suelen ser muy &#039;romanos&#039; tampoco los de calzada demasiado
alomada en su elevación). En todos los puentes romanos conservados predomina además la masa pétrea sobre los vanos o arcos&quot; (La teoría de los módulos constructivos en la identificación de algunos puentes antiguos de origen romano, Aula de Estudios Clásicos grecolatinos, www.aedisclasica.es).

Bem. Si tú miras en Google a entrada &quot;puentes romanos&quot; (para as pontes romanas de España), podes ver que quasi todas as images corresponden-se com pontes de tabuleiros angulosos, em duos planos inclinados, é dezir: pontes
chamadas &quot;románicas de alforlha&quot; (que é um modelo hispánico medievae e sobre
todo postmedievae: séculos XVI fasta XVIII), aumque esto nâo significa que muitas dellas nâo sean romanas de origen (nâo todas, certamente, ou nâo a maior parte dellas). Esto de que em as pontes romanas cuia estruttura originaria
ha-se conservado &quot;predominan&quot; os tabuleiros horiçontâes, é un fecho comprovado em as pontes indudavelmente romanas conservadas em a sua estruttura originaria (com excepçôes, naturalmente; mais excepçôes funcionâes
em pontes concreitas e em topografías concreitas, nâo excepçôes técnicas).

Segund todo esto, ¿É a ponte de Miróbriga una excepçâo? ¿É una ponte romana
&quot;sui géneris&quot; (provinciale-marginale, p.e), com singularidâes proprias? ¿É una ponte &quot;tardo-romana&quot;? ¿É una ponte &quot;mixta&quot;: &quot;tardorromana-altomedievae&quot;?

                                                                  ....

Eu penso (em vista das fotos, e muito provisionaemente):
- que a ponte romana originaria hundió-se e destruió-se en grande parte
- que fó reconstruida em épocas medievâes em mais de suas dos terçias partes,
  com lajes maiormente e mampostería, mais também com os silhares romanos
  aproveitavels
- que a primeira reconstruçâo medievae do arco (alto-medievae, provavelmente
  dos tempos dos godos e suebos) fó tam precaria e imperfeita -tam mal fecha,
  em summa- que &quot;o maistro d&#039;ovras&quot; seguramente penssó (em suo bárbaro latín
  vulgare románico, naturalemente):
  &quot;Ista ponte vadit-se a(d) cadere si-non refortiamus illu(m) arcu(m) per illa parte
  superiore de illa calceata, elevando-illa in curva&quot;,
  e deçidió reforçar o novo arco (de lajes) com isse alomamiento ou alteamento 
  do tabuleiro em sua parte central (por isso paresçe-me muito exacta a tua
  observaçâo de que &quot;o alteamento central e as inclinaçôes laterais
  collaborassem nao distribuiçâo de forças, descarregando asim sobre o arco&quot;,
  mais nâo por-que isso fora um problema originario para o arquitecto romano que 
  desinhó e construió a ponte e o arco originarios, que seguramente fiço un arco 
  perfeito e um tabuleiro completamente horiçontae).

  Por tanto, lo que tú e outros especialistas e arqueólogos portugueses tenéis
  denominado &quot;o tabuleiro primitivo&quot;, ¿é certamente o tabuleiro primitivo romano,
  ou é mais bem o tabuleiro &quot;primitivo&quot; medievae? That is the question.

                                                                   ....

En fim, nâo pretendo minuspreçiar em absoluto o mérito, a belleça e a historia romana desta ponte lusitanorromana (que, em todo caso, é una ponte sequençiadamente &quot;romana-medievae-postmedievae&quot;, ¡como todas as pontes romanas de Hispania, por demais!, pois absolutamente todas -as grandes menos,
as menores mais- ten e han tenido reconstruçôes post-romanas).

Mais credo também que, a nosa visión histórica ten que ir sempre mais delante do noso gusto estético (pois isso é &quot;mitificar&quot;) e de noso deseo de &quot;actualiçar&quot;
e de pretender ver sempre una ponte romana tal qual era en suas orígines, como
algo immutável, &quot;intacto&quot; e &quot;intangivel&quot; pela historia em sua romanidade. E isso
(exceito em a aquaduito de Segovia ou em as pontes romanas mais grandes,
também com reconstruçôes, certamente menos apreçiavels) é algo impossivel 
per-se, por-que os séculos nâo passan sim ruina sobre a materialidade das cousas e das ouvras humanas.


Um saludo, e obrigado pela cita do meu artículo. E muitas disculpas per este portugués meu un tanto &quot;macarrónico&quot;, que espero que todos comprendais
melhor que si eu escriviessem em meu casellano (pela differença ortográfica)
ou em latín (eu entendo bastante bem o portugués escritto).

PABLO J. RODRÍGUEZ, Aula de Estudios Clásicos Grecolatinos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SOBRE EL PUENTE ROMANO DE MIRÓBRIGA, EN PORTUGAL<br />
         (respuesta al artículo de Filomena Barata en PortugalRomano.com)</p>
<p>Eu nâo só um arqueólogo ni um &#8220;especialista&#8221; em pontes romanas (só um filólogo e um historiador, entre outras cousas); mais teno vistas e estudadas em profundidade muitas pontes romanas durante estos últimos anos. Em meu modo de ver, o &#8220;problema&#8221; em os studos das pontes romanas é sempre,primeiramente, um problema de reconhecimento da sua &#8220;romanidade originaria&#8221;, da sua fisiognomía e aspecto originario (em muitos casos praticamente irreconocivel actualmente em as pontes pequenas, menores e medianas, as quales han tenido -em quasi todos os casos- reconstruçôes medievâes e post-medievâes).</p>
<p>A ponte de Miróbriga é indudavelmente romana de origem e forma (son muitos os elementos contextuâes e sobre todo estructurâes que lo provan). Agora bem: ¿esta ponte, tale como agora la videmos nós, é a mesma ponte que videron os romanos e os lusitanos? Indudavelmente, nâo. ¿Por qué? Por-que esta ponte ha tenido um uso viario continuo durante muitos séculos despois dos romanos, e consequentemente também unas quantas reconstruçôes sucessivas (una por século como mínimo, provavelmente), e seguramente também una remodelaçâo medievâe importante em a estrutura da ponte romana originaria.</p>
<p>Esta perspetiva é indispensavel para reconhecer essa &#8220;romanidade originaria&#8221;, e quál era ésta verdadeiramente, e para reconhecer assimmesmo os problemas técnicos da sua construçâo, assi como as proprias particularidâes que actualmente esta ponte presenta.</p>
<p>Por exemplo: ¿o arco desta ponte de Miróbriga, é o arco originario romano, ou é mais bem una reconstruçâo medievae fecha sobre o verdadeiro arco romano originario desaparesçido? Naturalmente, todo é conjectural e todo é analiçável:<br />
si é argamassa (cemento) romano ou medievae, si os &#8220;módulos construitivos&#8221;<br />
(=sistema das mensuras e proporçôes) son romanos ou son medievâes, etc. Mais eu nâo teno issos datos (tú mesma descrives a escasa argamassa conservada em as partes exteriores das lajes, e mais me paresçe que describes<br />
una argamassa basta, medievae,que una compacta e dura argamassa romana).</p>
<p>Certamente, em una primeira visione (eu nâo tem visto a ponte personalmente),<br />
esta ouvra -em suo aspecto actual- mais me paresçe medievae que romana (nâo en sua forma externa, que é muito romana, mais sólo em suo &#8220;contenido&#8221;, en sua<br />
&#8220;re-construçâo&#8221;). Eu nâo digo com esto que os arquitectos romanos nâo construiessen com lajes e petra irregular basta os arcos de (alqunas de) suas pontes menores e pequenas; mais os &#8220;silhares regulares&#8221; son característicos e predominantes em aquaductos e em pontes maiores e medianas, e também<br />
(quando ello era possivel) em os pontes menores, e as lajes e &#8220;silharejos&#8221; reservavan-se para badenes, pontôes muito pequenos e &#8220;alcantarillas&#8221; (nâo sé como se diz técnicamente em portugués), etc.</p>
<p>Por tanto:</p>
<p>Primeiro: Temos que considerar a posivilidade de que o arco romano desta ponte de Miróbriga hundiesse-se (cadiesse ou destruijese) com o passo dos séculos, guerras, invasiôes, destruiçôes intençionadas,etc, e que fora reconstruido em a Alta Edade Media sobre os escasos restos ruinosos susistentes do arco romano primitivo (inclusive com a mesma abertura de suo &#8220;olho&#8221; o &#8220;luce&#8221; originaria).</p>
<p>Secundo: em tuas fotos e em tu reportage dices que o aparelho es &#8220;opus incertum, quasi reticulatum&#8221;. Bem, ¿quál aparelho? ¿o soppostamente romano originario? ¿o aparelho dos soppostos annadidos medievâes?</p>
<p>Terceiro: issa elevaçâo da calçada ou tabuleiro, tú la supones<br />
1) &#8220;para permitir a drenagem das águas pluviais para os lados&#8221; (¿da pluvia? ¿em<br />
    una construçâo de passo sita em a intemperie, em pleno campo? certamente<br />
    nâo conhosco as circunstanças topográficas do sito e nâo podo dezir mais)<br />
2) &#8220;É provável que o alteamento central e as inclinaçôes laterais, quasi<br />
    simétricas, que caracterizam o seu perfil longitudinal colaborassem na<br />
    disdribuiçâo de forças, descarregando assim sobre o arco&#8221;. Esto último<br />
    paresçe-me muito mais exacto, e mais fundamentae e demostrativo também,<br />
    como em-seguida comentarei (credo que com issa observaçâo has consequido<br />
    poner-te em a mente do arquitecto; mais nâo em a do arquitecto romano, sinon<br />
    em a mente do arquitecto medievae).</p>
<p>Em o meu artículo que citas (sobre as pontes romanas em generale) eu digo certamente: &#8220;en la calzada o piso predomina la horizontalidad, con pocas concesiones a la línea oblicua, aun a costa de tener que ampliar y prolongar el puente &#8216;en seco&#8217; por ambas orillas (no son, pues, propiamente romanos los puentes antiguos que presentan una calzada angulosa, con vertientes &#8216;a dos aguas&#8217;, y ni siquiera suelen ser muy &#8216;romanos&#8217; tampoco los de calzada demasiado<br />
alomada en su elevación). En todos los puentes romanos conservados predomina además la masa pétrea sobre los vanos o arcos&#8221; (La teoría de los módulos constructivos en la identificación de algunos puentes antiguos de origen romano, Aula de Estudios Clásicos grecolatinos, <a href="http://www.aedisclasica.es" rel="nofollow">http://www.aedisclasica.es</a>).</p>
<p>Bem. Si tú miras en Google a entrada &#8220;puentes romanos&#8221; (para as pontes romanas de España), podes ver que quasi todas as images corresponden-se com pontes de tabuleiros angulosos, em duos planos inclinados, é dezir: pontes<br />
chamadas &#8220;románicas de alforlha&#8221; (que é um modelo hispánico medievae e sobre<br />
todo postmedievae: séculos XVI fasta XVIII), aumque esto nâo significa que muitas dellas nâo sean romanas de origen (nâo todas, certamente, ou nâo a maior parte dellas). Esto de que em as pontes romanas cuia estruttura originaria<br />
ha-se conservado &#8220;predominan&#8221; os tabuleiros horiçontâes, é un fecho comprovado em as pontes indudavelmente romanas conservadas em a sua estruttura originaria (com excepçôes, naturalmente; mais excepçôes funcionâes<br />
em pontes concreitas e em topografías concreitas, nâo excepçôes técnicas).</p>
<p>Segund todo esto, ¿É a ponte de Miróbriga una excepçâo? ¿É una ponte romana<br />
&#8220;sui géneris&#8221; (provinciale-marginale, p.e), com singularidâes proprias? ¿É una ponte &#8220;tardo-romana&#8221;? ¿É una ponte &#8220;mixta&#8221;: &#8220;tardorromana-altomedievae&#8221;?</p>
<p>                                                                  &#8230;.</p>
<p>Eu penso (em vista das fotos, e muito provisionaemente):<br />
- que a ponte romana originaria hundió-se e destruió-se en grande parte<br />
- que fó reconstruida em épocas medievâes em mais de suas dos terçias partes,<br />
  com lajes maiormente e mampostería, mais também com os silhares romanos<br />
  aproveitavels<br />
- que a primeira reconstruçâo medievae do arco (alto-medievae, provavelmente<br />
  dos tempos dos godos e suebos) fó tam precaria e imperfeita -tam mal fecha,<br />
  em summa- que &#8220;o maistro d&#8217;ovras&#8221; seguramente penssó (em suo bárbaro latín<br />
  vulgare románico, naturalemente):<br />
  &#8220;Ista ponte vadit-se a(d) cadere si-non refortiamus illu(m) arcu(m) per illa parte<br />
  superiore de illa calceata, elevando-illa in curva&#8221;,<br />
  e deçidió reforçar o novo arco (de lajes) com isse alomamiento ou alteamento<br />
  do tabuleiro em sua parte central (por isso paresçe-me muito exacta a tua<br />
  observaçâo de que &#8220;o alteamento central e as inclinaçôes laterais<br />
  collaborassem nao distribuiçâo de forças, descarregando asim sobre o arco&#8221;,<br />
  mais nâo por-que isso fora um problema originario para o arquitecto romano que<br />
  desinhó e construió a ponte e o arco originarios, que seguramente fiço un arco<br />
  perfeito e um tabuleiro completamente horiçontae).</p>
<p>  Por tanto, lo que tú e outros especialistas e arqueólogos portugueses tenéis<br />
  denominado &#8220;o tabuleiro primitivo&#8221;, ¿é certamente o tabuleiro primitivo romano,<br />
  ou é mais bem o tabuleiro &#8220;primitivo&#8221; medievae? That is the question.</p>
<p>                                                                   &#8230;.</p>
<p>En fim, nâo pretendo minuspreçiar em absoluto o mérito, a belleça e a historia romana desta ponte lusitanorromana (que, em todo caso, é una ponte sequençiadamente &#8220;romana-medievae-postmedievae&#8221;, ¡como todas as pontes romanas de Hispania, por demais!, pois absolutamente todas -as grandes menos,<br />
as menores mais- ten e han tenido reconstruçôes post-romanas).</p>
<p>Mais credo também que, a nosa visión histórica ten que ir sempre mais delante do noso gusto estético (pois isso é &#8220;mitificar&#8221;) e de noso deseo de &#8220;actualiçar&#8221;<br />
e de pretender ver sempre una ponte romana tal qual era en suas orígines, como<br />
algo immutável, &#8220;intacto&#8221; e &#8220;intangivel&#8221; pela historia em sua romanidade. E isso<br />
(exceito em a aquaduito de Segovia ou em as pontes romanas mais grandes,<br />
também com reconstruçôes, certamente menos apreçiavels) é algo impossivel<br />
per-se, por-que os séculos nâo passan sim ruina sobre a materialidade das cousas e das ouvras humanas.</p>
<p>Um saludo, e obrigado pela cita do meu artículo. E muitas disculpas per este portugués meu un tanto &#8220;macarrónico&#8221;, que espero que todos comprendais<br />
melhor que si eu escriviessem em meu casellano (pela differença ortográfica)<br />
ou em latín (eu entendo bastante bem o portugués escritto).</p>
<p>PABLO J. RODRÍGUEZ, Aula de Estudios Clásicos Grecolatinos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Filomena Barata, A alimentação em Roma (ainda em construção) por As espécies vegetais e animais de Miróbriga e suas referências bibliográficas e mitológicas &#187; Portugal Romano</title>
		<link>http://www.portugalromano.com/2013/02/filomena-barata-a-alimentacao-em-roma-ainda-em-construcao/#comment-2070</link>
		<dc:creator>As espécies vegetais e animais de Miróbriga e suas referências bibliográficas e mitológicas &#187; Portugal Romano</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 20:41:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portugalromano.com/?p=9301#comment-2070</guid>
		<description>[...] (1)   Comentários RecentesFilomena Barata, A alimentação em Roma (ainda em construção) &#187; Portugal Romano em As espécies vegetais e animais de Miróbriga e suas referências bibliográficas e [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] (1)   Comentários RecentesFilomena Barata, A alimentação em Roma (ainda em construção) &raquo; Portugal Romano em As espécies vegetais e animais de Miróbriga e suas referências bibliográficas e [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Myrtilis Iulia (Mértola) por A Roda Romana das Minas de São Domingos (Mértola) &#187; Portugal Romano</title>
		<link>http://www.portugalromano.com/2011/09/myrtilis-iulia-mertola/#comment-2068</link>
		<dc:creator>A Roda Romana das Minas de São Domingos (Mértola) &#187; Portugal Romano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Feb 2013 12:58:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portugalromano.com/?p=1691#comment-2068</guid>
		<description>[...] Saber mais em:  http://www.portugalromano.com/2011/09/myrtilis-iulia-mertola/ [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Saber mais em:  http://www.portugalromano.com/2011/09/myrtilis-iulia-mertola/ [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em As espécies vegetais e animais de Miróbriga e suas referências bibliográficas e mitológicas por Filomena Barata, A alimentação em Roma (ainda em construção) &#187; Portugal Romano</title>
		<link>http://www.portugalromano.com/2013/02/as-especies-vegetais-e-animais-de-mirobriga/#comment-2063</link>
		<dc:creator>Filomena Barata, A alimentação em Roma (ainda em construção) &#187; Portugal Romano</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2013 13:21:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portugalromano.com/?p=9196#comment-2063</guid>
		<description>[...] (1)   Comentários RecentesAs espécies vegetais e animais de Miróbriga &#187; Portugal Romano em O Tesouro Romano de Lameira Larga (Penamacor) por Maria Filomena Baratapbabo em Deus Sucellus [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] (1)   Comentários RecentesAs espécies vegetais e animais de Miróbriga &raquo; Portugal Romano em O Tesouro Romano de Lameira Larga (Penamacor) por Maria Filomena Baratapbabo em Deus Sucellus [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Santuário Lusitano-Romano de Cabeço das Fráguas por As espécies vegetais e animais de Miróbriga e suas referências bibliográficas e mitológicas &#187; Portugal Romano</title>
		<link>http://www.portugalromano.com/2011/01/santuario-lusitano-romano-de-cabeco-das-fraguas/#comment-2062</link>
		<dc:creator>As espécies vegetais e animais de Miróbriga e suas referências bibliográficas e mitológicas &#187; Portugal Romano</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2013 12:33:09 +0000</pubDate>
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		<description>[...] O ritual de iniciação nos mistérios de Mitra, essa divindade trazida por Romanos da Pérsia, era o Taurobólio, porque exigia o sacrifício do touro que foi, aliás, uma constante no mundo mediterrânico oriental e greco-latino, onde esse sacrifício assume um carácter fundacional, pois culto deste animal assenta a sua sacralidade no seu vigor e violência cósmica, e num poder fecundante. É a morte ritual do touro que dá origem à vida com o seu sangue, à fertilidade, à dádiva das sementes que, recolhidas e purificadas pela Lua, dão origem aos “frutos” e das espécies animais, pois a sua carne é comida e o seu sangue é bebido. Os candidatos à iniciação dos mistérios mitraicos, praticados quer na Pérsia, quer em Roma, tinham vários graus de iniciação, passando por provas severas e o iniciado, antes de fazer o seu voto sagrado (sacramentum) prometia não trair o que lhe havia sido revelado. Depois, o iniciado subia os sete degraus, recebendo em cada um deles um nome diferente. O banquete ritual da morte do touro, o taurobolium, sempre em companhia do Sol, viabiliza ainda aos adeptos do culto mitraico o “nascimento para uma nova vida” ou &#8220;Renascimento&#8221; que o Cristianismo, que baniu a ideia de sacrifício iniciático, transformou na água do baptismo e através da Eucaristia em pão e vinho. (Barata, Filomena, «O Touro Esculpido de Miróbriga» que também se pode encontrar neste blogue). A dificuldade fundacional e simbólica da cidade de Roma deve-se à disputa a propósito da localização e das condições da fundação da futura Roma,tendo originado que Rómulo escolhesse o Palatino e Remo o Aventino. Como ambos foram proclamados reis ao mesmo tempo, origina-se o conflito que acabou por conduzir à morte de Remo e à subida ao poder de Rómulo. Segundo uma das lendas da fundação de Roma, Rómulo influenciado pelos oráculos acabou por traçar com a charrua um sulco que delimitava o recinto da futura Roma, proibindo Remo de o transpor. Porque Remo não escutou a advertência de Rómulo, acabou por sucumbir às mãos do próprio irmão, que ficou senhor único de todo o território. Pese o assassínio do seu irmão Remo, Rómulo acabou por ser divinizado com o nome de Quirino, tendo sido ficado eternamente ligado à fundação de Roma. Por vezes são os dois gémeos são representados um com a cabeça de touro, também ele uma força genésica e primordial, e outro com a cabeça de escorpião. Parafraseando Leonel Borrela «Já no século XVIII, Félix Caetano da Silva, bejense, autor da História das Antiguidades de Beja, o padre Pires Nolasco nas suas memórias paroquiais e o bispo D. Frei Manuel do Cenáculo Vilas Boas nos falavam da grandeza, quantidade e antiguidade, das cabeças de touro, capitéis, fustes, frisos, escadarias e outras estruturas ainda subsistentes (&#8230;).Algumas das cabeças de touro da antiga Pax Julia, referimo-nos às mais monumentais, às duas de maior dimensão que se encontram expostas na galeria exterior do Museu Regional de Beja, entre capitéis compósitos e corintios e cornijas (&#8230;), integram um conjunto de cerca de nove ou dez, dispersas pela muralha da cidade, Igreja de Santa Maria, Ermida de S. Sebastião (depósito de material lítico do Museu), Tanque do Cano e praça de armas do castelo. Algumas das cabeças de touro da antiga Pax Julia, referimo-nos às mais monumentais, às duas de maior dimensão que se encontram expostas na galeria exterior do Museu Regional de Beja, entre capitéis compósitos e corintios e cornijas de que vos iremos falar, integram um conjunto de cerca de nove ou dez, dispersas pela muralha da cidade, Igreja de Santa Maria, Ermida de S. Sebastião (depósito de material lítico do Museu), Tanque do Cano e praça de armas do castelo. Essas duas cabeças têm sido (&#8230;) vistas isoladamente, não se relacionando a sua função estrutural e decorativa com um determinado posicionamento no edifício a que pertenceria. Analisando, mesmo que superficialmente, uma das cabeças, constatamos que houve um desbaste lateral, profundo, sem dúvida muito posterior ao período romano, cuja intenção seria permitir com maior facilidade encaixá-la numa parede &#8211; sabe-se que as duas cabeças estavam colocadas na abside da demolida Igreja de S. João, orientadas para a antiga Rua do Touro (cf. &#8220;Iconografia Pacense” in Diário do Alentejo Setembro/Outubro de 95). A outra mostra-nos uma cabeça quase sem &#8220;retoques&#8221; posteriores, provida no cimo de saliência rectangular destinada a suportar alguma coisa, talvez uma cornija ou outro elemento arquitectónico; o seu peito e espádua são fortes e bastante relevados do bloco paralelepipédico em que foram esculpidos, notando-se, à direita, boa parte da espádua de uma outra cabeça e peito há muito desaparecidos», Leonel Borrela, in Restos monumentais de Pax Ivlia I &#8211; Friso de ângulo com cabeças de touro, «Portugal Romano» no Facebook. Muito comuns são as representações de cabeças de touro descarnadas ou bucrâneos em frisos de Época Romana Imperial, associados ainda à força genésica do touro. Apenas para exemplificar aqui fica o exemplo do friso pertencente ao acervo do Museu de Évora e que deveria ensimar o templo dedicado ao imperador. No Cabeço das Fráguas, Sabugal, há referência a sacrifícios de animais atestados pela presença de uma «inscrição rupestre em caracteres latinos mas em língua designada de lusitana, datada do séc. II d.C., referindo um sacrifício suovituma oferenda a divindades indígenas, de uma ovelha, de um leitão, de uma vitela, de um cordeiro de um ano e de um touro de cobrição, feita por alguém em circunstancias desconhecidas, algures no século II d.C. Transmite-nos o tipo de sacrifício, com raízes indo-europeias, conhecido entre os romanos por suovetaurilia». Ver: http://www.portugalromano.com/?p=623 [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] O ritual de iniciação nos mistérios de Mitra, essa divindade trazida por Romanos da Pérsia, era o Taurobólio, porque exigia o sacrifício do touro que foi, aliás, uma constante no mundo mediterrânico oriental e greco-latino, onde esse sacrifício assume um carácter fundacional, pois culto deste animal assenta a sua sacralidade no seu vigor e violência cósmica, e num poder fecundante. É a morte ritual do touro que dá origem à vida com o seu sangue, à fertilidade, à dádiva das sementes que, recolhidas e purificadas pela Lua, dão origem aos “frutos” e das espécies animais, pois a sua carne é comida e o seu sangue é bebido. Os candidatos à iniciação dos mistérios mitraicos, praticados quer na Pérsia, quer em Roma, tinham vários graus de iniciação, passando por provas severas e o iniciado, antes de fazer o seu voto sagrado (sacramentum) prometia não trair o que lhe havia sido revelado. Depois, o iniciado subia os sete degraus, recebendo em cada um deles um nome diferente. O banquete ritual da morte do touro, o taurobolium, sempre em companhia do Sol, viabiliza ainda aos adeptos do culto mitraico o “nascimento para uma nova vida” ou &#8220;Renascimento&#8221; que o Cristianismo, que baniu a ideia de sacrifício iniciático, transformou na água do baptismo e através da Eucaristia em pão e vinho. (Barata, Filomena, «O Touro Esculpido de Miróbriga» que também se pode encontrar neste blogue). A dificuldade fundacional e simbólica da cidade de Roma deve-se à disputa a propósito da localização e das condições da fundação da futura Roma,tendo originado que Rómulo escolhesse o Palatino e Remo o Aventino. Como ambos foram proclamados reis ao mesmo tempo, origina-se o conflito que acabou por conduzir à morte de Remo e à subida ao poder de Rómulo. Segundo uma das lendas da fundação de Roma, Rómulo influenciado pelos oráculos acabou por traçar com a charrua um sulco que delimitava o recinto da futura Roma, proibindo Remo de o transpor. Porque Remo não escutou a advertência de Rómulo, acabou por sucumbir às mãos do próprio irmão, que ficou senhor único de todo o território. Pese o assassínio do seu irmão Remo, Rómulo acabou por ser divinizado com o nome de Quirino, tendo sido ficado eternamente ligado à fundação de Roma. Por vezes são os dois gémeos são representados um com a cabeça de touro, também ele uma força genésica e primordial, e outro com a cabeça de escorpião. Parafraseando Leonel Borrela «Já no século XVIII, Félix Caetano da Silva, bejense, autor da História das Antiguidades de Beja, o padre Pires Nolasco nas suas memórias paroquiais e o bispo D. Frei Manuel do Cenáculo Vilas Boas nos falavam da grandeza, quantidade e antiguidade, das cabeças de touro, capitéis, fustes, frisos, escadarias e outras estruturas ainda subsistentes (&#8230;).Algumas das cabeças de touro da antiga Pax Julia, referimo-nos às mais monumentais, às duas de maior dimensão que se encontram expostas na galeria exterior do Museu Regional de Beja, entre capitéis compósitos e corintios e cornijas (&#8230;), integram um conjunto de cerca de nove ou dez, dispersas pela muralha da cidade, Igreja de Santa Maria, Ermida de S. Sebastião (depósito de material lítico do Museu), Tanque do Cano e praça de armas do castelo. Algumas das cabeças de touro da antiga Pax Julia, referimo-nos às mais monumentais, às duas de maior dimensão que se encontram expostas na galeria exterior do Museu Regional de Beja, entre capitéis compósitos e corintios e cornijas de que vos iremos falar, integram um conjunto de cerca de nove ou dez, dispersas pela muralha da cidade, Igreja de Santa Maria, Ermida de S. Sebastião (depósito de material lítico do Museu), Tanque do Cano e praça de armas do castelo. Essas duas cabeças têm sido (&#8230;) vistas isoladamente, não se relacionando a sua função estrutural e decorativa com um determinado posicionamento no edifício a que pertenceria. Analisando, mesmo que superficialmente, uma das cabeças, constatamos que houve um desbaste lateral, profundo, sem dúvida muito posterior ao período romano, cuja intenção seria permitir com maior facilidade encaixá-la numa parede &#8211; sabe-se que as duas cabeças estavam colocadas na abside da demolida Igreja de S. João, orientadas para a antiga Rua do Touro (cf. &#8220;Iconografia Pacense” in Diário do Alentejo Setembro/Outubro de 95). A outra mostra-nos uma cabeça quase sem &#8220;retoques&#8221; posteriores, provida no cimo de saliência rectangular destinada a suportar alguma coisa, talvez uma cornija ou outro elemento arquitectónico; o seu peito e espádua são fortes e bastante relevados do bloco paralelepipédico em que foram esculpidos, notando-se, à direita, boa parte da espádua de uma outra cabeça e peito há muito desaparecidos», Leonel Borrela, in Restos monumentais de Pax Ivlia I &#8211; Friso de ângulo com cabeças de touro, «Portugal Romano» no Facebook. Muito comuns são as representações de cabeças de touro descarnadas ou bucrâneos em frisos de Época Romana Imperial, associados ainda à força genésica do touro. Apenas para exemplificar aqui fica o exemplo do friso pertencente ao acervo do Museu de Évora e que deveria ensimar o templo dedicado ao imperador. No Cabeço das Fráguas, Sabugal, há referência a sacrifícios de animais atestados pela presença de uma «inscrição rupestre em caracteres latinos mas em língua designada de lusitana, datada do séc. II d.C., referindo um sacrifício suovituma oferenda a divindades indígenas, de uma ovelha, de um leitão, de uma vitela, de um cordeiro de um ano e de um touro de cobrição, feita por alguém em circunstancias desconhecidas, algures no século II d.C. Transmite-nos o tipo de sacrifício, com raízes indo-europeias, conhecido entre os romanos por suovetaurilia». Ver: <a href="http://www.portugalromano.com/?p=623" rel="nofollow">http://www.portugalromano.com/?p=623</a> [...]</p>
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	<item>
		<title>Comentário em O Tesouro Romano de Lameira Larga (Penamacor) por Maria Filomena Barata por As espécies vegetais e animais de Miróbriga &#187; Portugal Romano</title>
		<link>http://www.portugalromano.com/2011/12/o-tesouro-romano-de-lameira-larga-maria-filomena-barata/#comment-2052</link>
		<dc:creator>As espécies vegetais e animais de Miróbriga &#187; Portugal Romano</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2013 18:34:49 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Plínio, NH, XXIX, 92. Formigas venenosas: (Plínio, XXIX, 92. 47). Recordemos também as divindades que se lhe associam, como Amphisbaena. «Anfisbena (Plural: Anfisbenas), Anfisbênia, Anfibena, Anfisbênio, Amphisboena, Amphisbaena, Anfista, Anfivena, palavra Grega, que significa &#8220;que vai em duas direções&#8221;, do (amphis), que significa &#8220;ambos os caminhos&#8221;, e (bainein), que significa &#8220;ir&#8221;, também chamado a Mãe das Formigas, é uma serpente mitológica, que come formigas e com uma cabeça em cada ponta». Wikipédia Segundo a mitologia grega, Anfisbena terá nascido do sangue que gotejou da cabeça de Górgona, uma das três Medusas, quando Perseu sobrevoou o Deserto da Líbia, com ela nas suas mãos. Foi então que o exército de Cato a encontrou juntamente com outros ofídios. Anfisbena ter-se-á alimentado dos cadáveres deixados para trás. À lenda de Anfisbena como uma criação mitológica e se referem Lucano, Caio Plínio Segundo, e outros autores de épocas posteriores como Isidoro de Sevilha, e Thomas Browne. Sobre as Medusas, recomendo a leitura de:http://www.portugalromano.com/2011/12/o-tesouro-romano-de-lameira-larga-maria-filomena-barata/ [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Plínio, NH, XXIX, 92. Formigas venenosas: (Plínio, XXIX, 92. 47). Recordemos também as divindades que se lhe associam, como Amphisbaena. «Anfisbena (Plural: Anfisbenas), Anfisbênia, Anfibena, Anfisbênio, Amphisboena, Amphisbaena, Anfista, Anfivena, palavra Grega, que significa &#8220;que vai em duas direções&#8221;, do (amphis), que significa &#8220;ambos os caminhos&#8221;, e (bainein), que significa &#8220;ir&#8221;, também chamado a Mãe das Formigas, é uma serpente mitológica, que come formigas e com uma cabeça em cada ponta». Wikipédia Segundo a mitologia grega, Anfisbena terá nascido do sangue que gotejou da cabeça de Górgona, uma das três Medusas, quando Perseu sobrevoou o Deserto da Líbia, com ela nas suas mãos. Foi então que o exército de Cato a encontrou juntamente com outros ofídios. Anfisbena ter-se-á alimentado dos cadáveres deixados para trás. À lenda de Anfisbena como uma criação mitológica e se referem Lucano, Caio Plínio Segundo, e outros autores de épocas posteriores como Isidoro de Sevilha, e Thomas Browne. Sobre as Medusas, recomendo a leitura de:<a href="http://www.portugalromano.com/2011/12/o-tesouro-romano-de-lameira-larga-maria-filomena-barata/" rel="nofollow">http://www.portugalromano.com/2011/12/o-tesouro-romano-de-lameira-larga-maria-filomena-barata/</a> [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Deus Sucellus «Sucelo um Deabulus do Barroso castrejo» (Vilar de Perdizes,Montalegre) por pbabo</title>
		<link>http://www.portugalromano.com/2013/01/deus-sucellus-sucelo-um-deabulus-do-barroso-castrejo-vilar-de-perdizesmontalegre/#comment-2008</link>
		<dc:creator>pbabo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2013 00:49:31 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei bastante da comunicação. Só não concordo com a proposta de localização do pagus de celo. Para além de popôr essa localização, J. Alarcão, no mesmo artigo, propõe que Celo poderia ser em S. Torcato, Guimarães, pela proximidade ao hidrónimo &quot;Selho&quot; (salvo erro...já li esse artigo há muito tempo). Mas há ainda outra localização, proposta por outros autores, e que eu julgo ser a que reúne mais elementos a favor: no lugar de Celo, síto na freguesia de Mancelos, concelho de Amarante. Para além da coincidência do topónimo, o meu avô, que foi caseiro na quinta de Celo, conta que apareceram sepulturas antropomóficas, enquanto faziam uma saibra num monte da quinta, para fazerem uma leira. Existe, logo acima um lugar chamado &quot;Pombal&quot;, que costuma estar associado a locais onde se recolhiam eremitas, e, mais acima, existe uma capela onde se diz que está sepultada uma das oito irmãs de Santa Quitéria, santas que terão sido martirizadas no século II. A meu ver, estes dados poderão apontar para um povoamento no Lugar de Celo na alta idade média, que, a ter-se conservado correctamente o topónimo, seria o pagus de Celo de que fala o paroquial suevo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei bastante da comunicação. Só não concordo com a proposta de localização do pagus de celo. Para além de popôr essa localização, J. Alarcão, no mesmo artigo, propõe que Celo poderia ser em S. Torcato, Guimarães, pela proximidade ao hidrónimo &#8220;Selho&#8221; (salvo erro&#8230;já li esse artigo há muito tempo). Mas há ainda outra localização, proposta por outros autores, e que eu julgo ser a que reúne mais elementos a favor: no lugar de Celo, síto na freguesia de Mancelos, concelho de Amarante. Para além da coincidência do topónimo, o meu avô, que foi caseiro na quinta de Celo, conta que apareceram sepulturas antropomóficas, enquanto faziam uma saibra num monte da quinta, para fazerem uma leira. Existe, logo acima um lugar chamado &#8220;Pombal&#8221;, que costuma estar associado a locais onde se recolhiam eremitas, e, mais acima, existe uma capela onde se diz que está sepultada uma das oito irmãs de Santa Quitéria, santas que terão sido martirizadas no século II. A meu ver, estes dados poderão apontar para um povoamento no Lugar de Celo na alta idade média, que, a ter-se conservado correctamente o topónimo, seria o pagus de Celo de que fala o paroquial suevo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em C. Cantius Modestinus &#8220;Um Egitano ilustre&#8221; (Idanha-a-Velha, Castelo Branco) por Basílica da Egitania (Idanha-a-Velha) &#187; Portugal Romano</title>
		<link>http://www.portugalromano.com/2012/04/c-cantius-modestinus-um-egitano-ilustre-idanha-a-velha-castelo-branco/#comment-1998</link>
		<dc:creator>Basílica da Egitania (Idanha-a-Velha) &#187; Portugal Romano</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2013 18:50:31 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portugalromano.com/?p=6331#comment-1998</guid>
		<description>[...] C. Cantius Modestinus &#8220;Um Egitano ilustre&#8221; (Idanha-a-Velha, Castelo Branco) [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] C. Cantius Modestinus &#8220;Um Egitano ilustre&#8221; (Idanha-a-Velha, Castelo Branco) [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Museu Epigráfico Egitaniense (Idanha-a-Velha) por Basílica da Egitania (Idanha-a-Velha) &#187; Portugal Romano</title>
		<link>http://www.portugalromano.com/2012/08/museu-epigrafico-egitaniense-idanha-a-velha/#comment-1997</link>
		<dc:creator>Basílica da Egitania (Idanha-a-Velha) &#187; Portugal Romano</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Jan 2013 18:49:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.portugalromano.com/?p=7319#comment-1997</guid>
		<description>[...] Museu Epigráfico Egitaniense (Idanha-a-Velha) [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Museu Epigráfico Egitaniense (Idanha-a-Velha) [...]</p>
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